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História


O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães – MAMAM foi criado em 24 de julho de 1997 a partir de um ato do Prefeito do Recife, que concedeu o estatuto de Museu à antiga Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães, homenageando o artista plástico, designer e ativista cultural pernambucano. O Museu, patrimônio predial e histórico de Pernambuco tombado em nível estadual, está instalado em um antigo casarão do século XIX às margens do Rio Capibaribe e possui uma área construída de 1.800m2 divididos em três pavimentos estruturados em madeira, com sete salas de exposição, biblioteca especializada em arte moderna e contemporânea, reserva técnica, sala de atividades educativas, sala de administração, auditório, café e depósito para acomodação de material museográfico.

Conta com um acervo de cerca de 1.100 trabalhos, de diversas técnicas, que abrange um período histórico compreendido entre 1920 e 2008. Desse acervo fazem parte obras fundamentais para a compreensão da arte moderna e contemporânea brasileira, de renomados artistas, dentre os quais se destacam João Câmara (com a série “Cenas da Vida Brasileira”), Vicente do Rego Monteiro (com um conjunto de telas que representa a maior coleção pública desse importante artista brasileiro), Aloisio Magalhães, Gil Vicente, Lula Cardoso Ayres, Abelardo da Hora, Joaquim do Rego Monteiro, Francisco Brennand, Gilvan Samico, José Patrício, Paulo Bruscky, Nelson Leirner, Alex Flemming, Carlos Fajardo, Marcelo Silveira, Rivane Neuenschwander, Ernesto Neto e Vik Muniz.

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